A cada fase, o seu desafio

Desafio. Essa palavra é frequentemente repetida nos discursos corporativos e motivacionais, nas entrevistas de emprego, ou mesmo nas rodas de amigos. Gostar de enfrentar desafios, ter capacidade de superação, é o que se espera de um profissional bem sucedido e de uma pessoa bem resolvida.

O desafio nem sempre é um grande projeto ou representa uma mudança de vida. O desafio pode ser uma pequena mudança de hábito, que para você representa uma superação. O desafio se evidencia não por sua dimensão e complexidade, mas pela superação que ele representa para cada um. Afinal, desafio é o ato de instigar alguém a realizar algo além de suas competências e habilidades. Portanto, o desafio é individual e subjetivo.

Hoje a minha filha venceu um desafio: aprendeu a andar de bicicleta sem rodinhas. Pode parecer algo simples e corriqueiro, já que a maioria das pessoas vence essa etapa na infância. Mas para ela foi um desafio.

Tiramos as rodinhas, embora ela ainda se apoiasse nelas. Não se equilibrava sobre as duas rodas. Prometi que a seguraria e fui correndo ao lado dela, segurando no selim, enquanto ela embalava suas pedaladas, tentando se equilibrar. Aos poucos, fui soltando, e ela, adquirindo confiança. Até que já estava seguindo sozinha, pedalando na direção do pai. A nossa menina que mal se concentrava nas pedaladas no começo, por estar preocupada em repetir seu pedido para eu não largá-la, em alguns minutos já se sentia segura o bastante para dizer “não me ajuda”, mesmo quando saía em zigue-zague, quase caindo.

Parava. Tentava uma, duas, três vezes, a cada retomada, mas conseguia dar o arranque novamente e engrenar na pedalada. Isso é encarar desafio. Persistir, não desistir. Desenvolver seu próprio método, sua forma de realizar, até se sentir segura. Superar-se. Foi isso que eu vi a minha filha fazendo ao dominar a bicicleta sem rodinhas.

Não é o desafio que define você, mas a forma como você o encara. Nem sempre você está preparada para o desafio, mas precisa enfrentar. Muitas vezes não consegue de primeira, mas tem que insistir. Pode sentir vontade de desistir, mas é preciso persistir, porque só vence quem faz. Permanecer firme no propósito é o que determina a sua capacidade de realização e superação. O seu sucesso ou insucesso. Foi essa a lição que a minha filha me deu hoje. E é dessa forma que eu desejo que ela encare todos os desafios da sua vida.


Desafio. Essa palavra é frequentemente repetida nos discursos corporativos e motivacionais, nas entrevistas de emprego, ou mesmo nas rodas...

Diário de Viagem: Hopi Hari e O Mundo da Xuxa - SP

Fim de semana prolongado por um feriado na sexta. Boa pedida para fazer uma viagem curta com a família. Assim, resolvemos esticar até Campinas, para aproveitar os parques de São Paulo com as crianças: Hopi Hari, Wet’n Wild e Mundo da Xuxa.

Pegamos uma tarifa promocional, num voo noturno da Azul, e desembarcamos no aeroporto de Campinas na madrugada de sexta. Viajar à noite é bom porque você já acorda no hotel e, apesar de dormir pouco, o café da manhã do hotel é motivo suficiente para levantar cedo (não tão cedo – antes das 10h) para aproveitar o dia!

Nos hospedamos no Quality Resort & Convention Serra Azul. Hotel muito bom, com preço bem razoável para o padrão. A localização não poderia ser melhor: praticamente em frente ao Hopi Hari e ao Wet’n Wild.

O hotel é diferente dos resorts que a gente se acostuma a ver, por ser longe da praia, mas tem uma infraestrutura excelente, inclusive para crianças. Tem como mascote a Tixa, uma lagartixa desengonçada, que circula pelo hotel, fazendo farra com as crianças. Além disso, conta com monitores, os TET’s (Tixa Extreme Team), que conduzem a programação com atividades recreativas e esportivas. No batidão de um final de semana, tivemos pouco tempo para aproveitar a programação do hotel, mas as crianças se encantaram com o encontro com a Tixa e trouxeram um bonequinho da mascote para casa.


 

Primeiro dia (Sexta-feira): Hopi Hari

O Hopi Hari fica no km 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes, sentido capital – interior, com acesso no km 70,5, na cidade de Vinhedo, a 15 minutos de Campinas.



Com 760 mil m², o Hopi Hari é um parque temático cujo conceito é de um país, que tem sua capital, bandeira, hino, passaporte, consulado e idioma próprios. Você passa pela imigração para entrar e visitar o "país", que é dividido em várias regiões: Kaminda Mundi, que simboliza diversas nações européias, como a França, Alemanha, Itália, Portugal, etc; Infantasia, que é a área dedicada às crianças; Mistieri, como o nome indica, envolve mistério num sítio arqueológico perdido, com pirâmides, tumbas e catacumbas; Wild West representa o velho oeste, onde xerife e bandidos se enfrentam num clima de muita aventura. Tem um show bastante divertido, num "saloon", que você assiste enquanto almoça.

Dica: É possível comprar o ingresso na entrada do parque, mas pela internet você tem um desconto de R$ 10,00. E ainda evita a fila da bilheteria.

Como nossos filhos tinham 3 anos, ficamos bastante limitados dentro do parque. Achei que a área dos pequeninos tinha poucas opções. Além do circuito de carrinhos, a melhor opção era um brinquedão com obstáculos, como aqueles de casas de festas, porém muito maior. Só chamou a atenção pelo tamanho, mas não surpreendeu. Em outras áreas do parque, encontramos os tradicionais brinquedos para todas as idades, como o carrossel e a roda gigante, que embarcamos juntos.

O que mais gostaram foi da área de barraquinhas de brincadeiras, pagas à parte, como cair na piscina de bolas, derrubar as latinhas, pescaria, etc. Na pescaria, ganhamos uma bola daquelas enormes (especialmente para o tamanho deles), que eles chamaram de Hopi. Até hoje quando pensam no Hopi Hari, lembram do "Hopi", que só furou no ano passado.




Segundo dia (Sábado): O Mundo da Xuxa

Considerado o maior parque temático coberto da América Latina, com 15 mil m², o Mundo da Xuxa fica no Shopping SP Market, em Jurubatuba, a cerca de 1h30 de Campinas.

O parque, como o nome inspira, é o mundo encantado da Rainha dos Baixinhos, todo decorado com os personagens da Turma da Xuxinha. É um parque mais adequado às crianças menores, que podem brincar na maioria das atrações, aproveitando o parque inteiro. Além disso, por ser menor, as crianças cansam menos, sem contar o fato de ser um ambiente coberto e climatizado.

O lanche é por conta do Mc Donald’s. Não há outro serviço de alimentação. Mas as crianças não sentem a menor falta de outras opções, já que hambúrguer, batata frita e refrigerante são tudo de bom pra elas, né ?

Dica: Não deixe para lanchar por volta das 12h30 – 13h. É a hora que todo mundo procura, as filas ficam enormes e é um sufoco para conseguir uma mesa para sentar. Tente lanchar mais cedo e nesse período poderá aproveitar as atrações de maiores filas, que certamente estarão menores.

No meio da tarde, rola uma apresentação da Turma da Xuxinha e paquitas. As pessoas já vão se posicionando em frente ao palco, esperando para assistir de perto o show.



Para quem é da geração “Xou da Xuxa”, entrar no Mundo da Xuxa e dançar com as paquitas é recordar os tempos de menina. As mamães por volta dos 35 vão entender... Para quem é mais novinho, da geração “Xuxa Só Para Baixinhos”, é como fazer parte do DVD. Meus filhos adoraram!

Levamos quase 3 horas e meia de viagem (ida e volta) para visitar o Mundo da Xuxa, mas valeu a pena! As crianças curtiram mais que o Hopi Hari.

http://www.omundodaxuxa.com.br/

Terceiro dia (Domingo): Wet’n Wild

A programação era para o Wet’n Wild, mas o tempo estava instável e como as crianças já estavam cansadas da maratona, resolvemos ficar no hotel descansando e aproveitando um pouco a estrutura - a área de jogos, parquinho e, quando o sol resolveu sair, a piscina.



O parque aquático não rolou, mas quis deixar registrado, porque é uma ótima opção, já que fica coladinho no Hopi Hari e no hotel Serra Azul. Quem vai passar uns dias ali na região, não pode perder o Wet’n Wild.


Essa viagem foi antes do trágico acidente ocorrido em 2012 no Hopi Hari. Quando lá estávamos, não tive nenhuma sinalização que pudesse me causar receio em relação à segurança. O parque estava muito bem cuidado, visualmente falando, transmitindo a percepção de que estava tudo em ordem... Mas, infelizmente...

Demorei a escrever esse post porque não estava me sentindo à vontade para dar “dica” de um lugar que eu não quisesse voltar... Não pela minha experiência no parque, mas pela lembrança da tristeza daquela família...

Recentemente, li que a área Infantasia foi reinaugurada, com a turma do Looney Tunes - Pernalonga, Piu-Piu, Frajola, Patolino, Gaguinho e outros, e que em outra área, o parque também recebeu a Liga da Justiça, com brinquedos com Superman, Batman, Robin, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, etc, e vilões como Lex Luthor, Coringa, Pinguim, Charada e outros. Bateu uma curiosidade de ver como o parque está... Então, quem sabe ?

(Realização da viagem: abril/2010)

Fim de semana prolongado por um feriado na sexta. Boa pedida para fazer uma viagem curta com a família. Assim, resolvemos esticar até Camp...